terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Principais Causas da Revolução Francesa

Fator Intelectual

A base ideológica para a Revolução Francesa encontra-se no Iluminismo. Essa corrente presa pela racionalidade substituindo as crenças na religiosidade. Além do pensamento anticlerical, os pensadores iluministas defendiam também a busca por um cientificismo e pregavam contra a monarquia absolutista e os privilégios dos nobres.

Fator Político

O absolutismo monárquico impedia o êxito da burguesia em expandir suas riquezas e praticava um claro despotismo. Vale lembrar que a figura do Rei era considerada de linhagem divina, ou seja, não poderia ser questionada.

Fator Econômico

Más colheitas, aumento abusivo no preço da farinha (aumento do preço do pão que era o principal alimento do povo francês), nos preços dos alimentos em geral. Além disso, houve o envolvimento da França na Guerra dos Sete Anos contra a Inglaterra (1756/1763) e na Guerra da Independência dos Estados Unidos (1775/1783) que geraram grandes gastos para alimentação e manutenção dos exércitos. Também podemos considerar a vida luxuosa que a corte sustentava as custas do Terceiro Estado (Alta,média e pequena burguesia, camponeses, e trabalhadores das cidades denominados Sans-Culottes). 

Fator Social

Além de sofrer com o despotismo da monarquia absolutista dos Bourbons o Terceiro Estado também estava incumbido de sustentar o Primeiro Estado (Clero) e o Segundo Estado (Nobreza). Devido a crise econômica, o Rei Luís XVI convocou a Assembléia dos Notáveis (Fevereiro de 1817) onde propôs que os dois Estados (Clero e Nobreza) haveriam de pagar os tributos tal como o Terceiro Estado fazia. Obviamente tanto o Clero quanto a Nobreza rechaçou a proposta. Com o impasse, Luís XIV se vê obrigado a convocar também o Terceiro Estado para participar na discussão da carga tributária. Esse evento ficou conhecido como a Assembléia dos Estados Gerais (Maio de 1789) fato que não ocorria em um espaço de 179 anos (a última convocação dessa Assembléia havia ocorrido em 1614).
Tomada da Bastilha: Um dos marcos da Revolução.
Mesmo assim o impasse só aumentou. Dentro dessa Assembléia independentemente do número de participantes de cada Estado (o Terceiro Estado detinha esmagadora maioria) cada Estado detinha apenas 1 voto geral (Sendo assim, mesmo o Terceiro Estado obtendo a maioria individual o que importava eram os votos gerais e o Clero e a Nobreza poderiam sempre promover alianças para derrotar as imposições e objetivos do Terceiro Estado obtendo 2 votos contra 1 voto). Com isso, o Terceiro Estado exigiu perante o Rei e a Assembléia que os votos fossem contabilizados de maneira individual para que pudessem ganhar voz ativa nas decisões políticas do reino. Como o impasse permaneceu, o Terceiro Estado (com auxílio do Baixo Clero) declarou (em 9 Julho de 1789)  a Assembléia Nacional Constituinte da França onde visava diminuir o poder do Rei e erradicar os privilégios do Clero e da Nobreza. Após cinco dias ocorreu a tomada da Bastilha, que era o símbolo do poder do Rei. Iniciava-se a Revolução Francesa.

Fontes:





Por: Lúcio Nunes

Revolucionando o Mundo: A Invenção do Anzol


Exemplos de Anzóis primitivos.
Que tal uma pescaria? Pegaremos todo o equipamento necessário e as provisões para um dia divertido (seja em um rio, lago ou mesmo no mar). O que às vezes passa despercebida é a parte mais importante para uma boa pesca: o anzol (claro, também deverá ser dividida sua importância com a isca, mas, isso fica para uma próxima oportunidade). Já imaginaram como foi criado o anzol? Essa invenção fantástica está longe de ter uma data específica, porém, os cientistas acreditam que provavelmente os primeiros modelos do anzol moderno remontam entre 10.000 a.C. a 40.000 a.C. Obviamente tudo o que é estudado antes da invenção da escrita é um desafio para os pesquisadores (pela falta de documentos, registros, entre outros), mas, nem só de documentos e pinturas rupestres se vive a História: Também há a análise através dos resíduos deixados pelos nossos ancestrais. E é por meio desse que se analisam os primeiros exemplares do famoso e conhecido anzol. As primeiras unidades provavelmente se perderam com o tempo, pois, foram feitas de madeira (um material deteriorável). Contudo (como toda invenção), o anzol foi aprimorado com o passar do tempo e o material utilizado para seu feitio mais resistente, como por exemplo: pontas de ossos, pedaços de chifres e a própria madeira. Com esse importante aliado o homem pré-histórico enriqueceu sua cadeia alimentar, conseguindo assim, atribuir nutrientes, proteínas e gorduras na sua alimentação.
A agilidade e economia de tempo para a busca de alimento (no caso a pesca) foi essencial para que o homem pré-histórico pudesse gastar sua energia (e seu tempo) em outras tarefas, acelerando assim, a sua própria evolução.




Por: Lúcio Nunes


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Revolta de Beckman


Esta foi uma revolta dos proprietários rurais do Maranhão (região que compreendia os territórios atuais do Maranhão, Ceará, Piauí, Pará e Amazonas) contra a Companhia de Comércio do Maranhão que foi instalada pelo governo português.

A revolta detinha como tema central a exploração dos índios 

A população vivia em condições miseráveis sobrevivendo de agricultura de subsistência, pesca e coleta. A crise econômica havia se agravado logo após a expulsão dos holandeses da região e já não se podia arcar com os custos da importação de mão-de-obra escrava. Por hora faltaram escravos, e a solução foi forçar os índios ao trabalho, o que gerou conflitos com os jesuítas.
Após estes incidentes os Jesuítas recorreram a Coroa Portuguesa para que se cessassem a exploração do trabalho indígena. A Coroa Portuguesa acatou o pedido da Companhia de Jesus, uma vez que, essa exploração de trabalho não era rentável para a Coroa. Posteriormente, a Coroa Portuguesa resolveu criar Companhia de Comércio do Maranhão, em 1682. A intenção de criar essa companhia viria da ideia de controlar o escoamento do que era produzido na região (produção de açúcar, tabaco, cacau e exportação de couro) e abastecimento da mesma com a mão-de-obra escrava.
A companhia ao invés de resolver os problemas, aumentou o descontentamento da região:
- Os comerciantes sentiam-se prejudicados pelo monopólio imposto pela Coroa.
- Os preços propostos pelos produtos eram abaixo do esperado pelos produtores.
- A população protestava pelo preço excessivo dos produtos que lhes eram vendidos.
Manuel Beckman
A eclosão da revolta deu-se em 1684, sob a liderança dos irmãos Manuel e Tomás Beckman. O grande objetivo da revolta era extirpar o monopólio da Companhia de Comércio do Maranhão, fazendo com que os preços de compra e venda fossem justos para todos. O governo local foi deposto, os armazéns da Companhia do Comércio foram saqueados, os Jesuítas expulsos da região e o monopólio extinto das práticas econômicas até então.  No lugar do governo foi criada uma Junta Revolucionária na qual Tomás Beckman foi enviado como emissário à corte de Lisboa para que houvesse reconhecimento de que o movimento revolucionário e revoltoso contra a Coroa era justo, isso não ocorreu, e Tomás Beckman foi preso. A coroa portuguesa reagiu enviando um novo governador ao Maranhão de nome Gomes Freire de Andrade, à frente com os militares portugueses e não encontrou nenhuma resistência para a retomada do poder. Gomes Freire então ordenou a detenção e o julgamento dos envolvidos no movimento assim como o confisco de seus bens.
Manuel Beckman foi condenado a morte pela forca por ser o líder do movimento. Tomás Beckman foi condenado ao desterro (foi expulso de suas terras) e os demais envolvidos na Junta Revolucionária foram condenados a prisão perpétua.
A Revolta de Beckman ficou conhecida como uma revolta nativista, ou seja, uma revolta que busca defender e valorizar a cultura de uma região frente ao risco de essa ser interferida diretamente por outra cultura, ou a fatores externos que levem algum risco a soberania da cultura dessa região. Um bom exemplo de nativismo são os povos que foram colonizados por outros (como o Brasil). Esses povos em certa altura de sua História acabam por não aceitar essa colonização e reivindicam seus direitos através de motins, revoltas ou rebeliões contra os seus colonizadores.

Fontes:




http://www.brasilescola.com/upload/e/beckman%20brescola.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgl4kN-_f5rfFhd-_t_j-Mf4cmNMTa1-1thpP8-AW_aHp-7n7iAaa9IGwVUujZbHzCVL1n5jUPrIK5klevaF27jL33HN5fvNSCKD43pggjpO_V9-CUnV99o3xnnaRZafN7z092acisDSA/s1600/bec.jpg

Por: Lúcio Nunes

Aspectos Relevantes Entre o Início do Ciclo do Ouro e o Término da Guerra dos Emboabas.


O presente trabalho visa apresentar o contexto na região das minas de ouros recém-encontradas pelos bandeirantes paulistas e consequentemente a primeira revolta do período colonial nos anos que é denominada pela História Oficial como Ciclo do Ouro.  É importante salientar uma questão: Quais aspectos relevantes ocorreram entre o inicio do ciclo do ouro e o final da Guerra dos Emboabas? Julgo importante esse tema, pois, analisando-o podemos observar o motivo que levou os bandeirantes paulistas a explorar outras regiões e encontrar mais minas de ouro. Assim como conseguir entender por consequência da expansão territorial da colônia brasileira para o interior do seu território. Utilizarei como fonte de consulta alguns textos da internet.
Todo produto que obtém primazia em uma região só será substituído ou eventualmente erradicado se por ventura este mesmo não deter mais os lucros necessários para a manutenção de uma classe, de uma metrópole ou de um governo.
A cana-de-açúcar encontrava-se em decadência e a coroa portuguesa teria que buscar soluções econômicas para a crise financeira que atravessava. Visando resolver essa questão, começou um grande incentivo junto à população pela procura de metais preciosos. Começaram também as incursões dos bandeirantes paulistas no interior do Brasil para tentar atingir os objetivos traçados pela coroa. Em fins do século XVII os bandeirantes descobriram as primeiras minas no Brasil (Entre 1694 e 1696), consequentemente, por descobrirem a maioria dessas minas, os bandeirantes foram recompensados e ganharam o direito de explorar primeiro as jazidas encontradas.
Com essa descoberta a coroa encontra o que estava à procura: Uma saída econômica para a crise em que atravessava, porém, a colônia brasileira jamais seria a mesma. Houve uma explosão demográfica na colônia com a notícia de que havia ouro nessas terras. Vieram colonos de diversas regiões, além de portugueses que atravessaram o Atlântico em busca de riqueza. É necessário salientar que nos registro oficiais houve uma massiva presença de portugueses, mas, é claro que não foram apenas portugueses que vieram atrás do ouro, também franceses, holandeses, ingleses. Foi nesse contexto então que eclode o primeiro conflito do século XVIII na colônia, que ficou conhecido como “Guerra dos Emboabas”. Os bandeirantes reclamavam autonomia nas minas por estes serem os primeiros a avistá-las e pela região fazer parte da capitania de São Vicente. Já os colonos e europeus recém-chegados queriam o direito de explorá-las também visando que os Emboabas já detinham uma boa parte da população da região das minas. Os paulistas não concordavam com tal reinvindicação, já que para eles, quem não participou da procura pelas minas não deveria participar da exploração e consequentemente dos lucros. Vale lembrar que o termo “Emboaba” era utilizado de uma forma pejorativa pelos bandeirantes para com os europeus e colonos que tentavam dominar a região das minas. Em Tupi, emboaba detém múltiplos significados, entre eles citarei o de “Os que invadem e agridem” ou “Os que vêm de fora”. Essa designação veio através dos bandeirantes para com os colonos que vinham de várias regiões da colônia e para os portugueses, franceses, ingleses que vinham da Europa.
Manuel de Borba Gato, ex-bandeirante era o líder dos paulistas e Manuel Nunes Viana (português que veio da Bahia) era o líder dos Emboabas.
No começo do conflito houve confrontos esporádicos onde ocorriam mortes em pequeno número de ambos os lados, contudo, o combate foi inevitável. Ao final do ano de 1708 os Emboabas já dominavam cerca de dois terços da região das minas.
Manuel Nunes Viana organizou diversas expedições para enfrentar os bandeirantes paulistas com a intenção de enfraquecê-los.
A batalha mais sangrenta de todas foi na região de Capão da Traição onde os Emboabas mataram mais de 300 bandeirantes.
O confronto iniciou-se em 1707 e terminou em 1709 com a intervenção do governador do Rio de Janeiro Antônio de Albuquerque que tirou Manuel Nunes Viana do poder, mas, manteve a estrutura administrativa dos “emboabas”. Para a Coroa Portuguesa era muito mais interessante a manutenção de uma administração emboaba, já que estes em sua maioria eram colonos relativamente fiéis ou portugueses oriundos da metrópole. Já os bandeirantes paulistas eram vistos como rudes e poderiam com o poder político começar a reivindicar mais poder causando sérios danos a Coroa na colônia. Sem privilégios administrativos e sem poderio para a guerra, os bandeirantes paulistas retiraram-se da região. A maioria partiu para a região oeste onde posteriormente encontraram ouro nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás respectivamente.
Em vista dos pontos destacados no texto podemos observar as relevâncias do início do ciclo do ouro até o término da Guerra dos Emboabas. Quando se iniciou a corrida do ouro houve uma explosão demográfica sem precedentes na colônia, a quantidade de pessoas na região das minas e os objetivos de riqueza que todos traziam originou a ideia de exploração aurífera na região. Logo, quem detinha o controle Político e de exploração da região não queria perde-los e como consequência eclodiu o conflito dos Emboabas. Ao término da guerra podemos observar que outras regiões foram exploradas devido à derrota dos bandeirantes no conflito. Essa saída de cena foi à alternativa para os bandeirantes após a guerra. O Tratado de Tordesilhas também foi “desfeito” com essa atitude dos bandeirantes: As incursões entraram colônia a dentro indo em direção ao interior e assim os portugueses ultrapassaram as delimitações combinadas com os espanhóis.



domingo, 26 de janeiro de 2014

Contos e Lendas: A pedra Filosofal


A Pedra filosofal era um dos principais objetivos dos Alquimistas na Idade Média. Quem conseguisse seu poder poderia transformar metais inferiores em ouro, e também seria possível obter o elixir da longa vida (poderia curar todas as doenças, prolongando a vida indefinidamente) o elixir tem variações de acordo com cada mito. Na mitologia grega a Ambrosia, o manjar dos deuses do Olimpo, era tão poderoso que se um mortal a comesse ganharia a imortalidade. Na mitologia nórdica as maçãs de um pomo cuja guardiã é Iduna podiam dar a vida eterna aos deuses (que nessa mitologia são mortais), e também a lenda sobre a fonte da juventude.
Ao longo da história vários nomes aparecem como alquimistas que tentaram reproduzir a pedra como, Paracelsus e Fullcanelli, mas a história mais famosa é a de Nicolas Flamel.
Por volta de 1370, Nicolas teria encontrado um livro que continha textos aparentando serem hieróglifos. Flamel não conseguia decifra – lós, ainda segundo a história ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada a caminho de Santiago, na Espanha que fez a tradução do livro que se tratava de cabala e alquimia, possuindo a fórmula para a pedra filosofal.
A partir de 1380, Flamel começou a dedicar-se a alquimia para produzir a pedra filosofal. Cerca de dez anos mais tarde do início dos experimentos começou a realizar um grande número de obras de caridade como a construção de hospitais, igrejas, abrigos e cemitérios e os decorar com pinturas e esculturas contendo símbolos alquímicos e muito ouro. Nicolas Flamel morreu em 22 de março de 1418, com mais de 80 anos.
No entanto a lenda que circula principalmente na França é que Flamel e sua esposa não morreram e que em suas tumbas só foram encontradas roupas em lugar de seus corpos, eles teriam vivido graças ao elixir da vida que ele teria fabricado. Flamel deixou um testamento escrito a seu sobrinho, em que revelava os segredos que descobrira sobre a alquimia. O "Testamento de Nicholas Flamel" foi compilado na França no final dos anos 1750 e publicado em Londres em 1806. O documento original foi escrito de próprio punho por Nicholas em um alfabeto codificado e criptografado que consistia em 96 letras. Um escrivão Parisiense chamado FatherPernetti o copiou e um Senhor de Saint Marc pôde finalmente quebrar o código em 1758. Mas até hoje ninguém conseguiu reproduzir a tal pedra.

Curiosidades


A casa de Nicolas ainda existe na França.
É citado no filme Harry Potter e Pedra Filosofal, onde ele realmente criou a pedra, mas ao final do livro ele a destrói para que Voldemort (o vilão da história) não consiga sua imortalidade.
Escreveu três livros:
O Livro das Figuras Hieroglíficas em 1399
O Sumário Filosófico em 1409
Saltério Químico em 1414.


Fontes:

http://tudosobremagiaeocultismo.blogspot.com.br/2012/04/nicolas-flamel.html


Fonte das imagens:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghk5b8c9zFOna8h91_pfMq6dQF0kyihxL5PPWWX8nl3TSHwONPR5ddLWZesnQDR9eKa-TY563gkksX8oROjnIwecKBsxuFHmpk49hlqC6d2FF9wpNN1vkRG92w1BsTT8LohSg6ZiTejvQ/

http://monomaniacos.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Pedra-Filosofal-2.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhG9k-sD4luan3I-EGZg86rAqroVmJkptT7el6h4W0GVwVUmZf8-QPkpsQjmMXGuRkVSMpJuEcbzBtQPnvjbQttXYvnG_P2QwhcA5sP-Ri4efE_VAcf0PIiCCUY1Uajsue9tFMOivICfHom/s1600/Nicolas+Flamel+alchemy+alchemist+alquimista+harry+potter+nicolau+flamel+elixir+longa+vida+pedra+filosofal+grande+obra.jpg

Por: Fernanda Nunes

sábado, 25 de janeiro de 2014

Operação Valquíria


Stauffenberg (O homem de farda clara mais à esquerda) em Rastenburg15 de Julho de 1944. No centro Adolf Hitler. Stauffenberg já levava as bombas consigo. Mas decidiu não detoná-las naquele momento.

O principal objetivo da operação era matar Hitler e por fim ao regime nazista. Esta operação fez parte dos 15 planos elaborados por militares alemães para assassinar Adolf Hitler, que saiu apenas levemente ferido da explosão de uma bomba em seu quartel-general, Wolfsschanze("Toca do Lobo"), na Prússia Oriental. A represália não se fez esperar: mais de quatro mil pessoas, membros e simpatizantes da resistência, foram executadas nos meses seguintes. 
O coronel VonStauffenberg foi um dos principais personagens da conspiração que culminou com o fracassado atentado contra Hitler em 20 de julho de 1944. Stauffenberg foi um patriota alemão conservador, que a princípio simpatizou com os aspectos nacionalistas e militaristas do regime nazista. Mas começou a questionar não só o genocídio contra judeus, polacos, russos e outros grupos da população estigmatizados pelo regime de Hitler, como também a forma, em sua opinião "inadequada", do comando militar alemão
O atentado previa a explosão de duas bombas na sala de reunião, onde os oficiais de Hitler iriam discutir sobre a situação do exército alemão. A estratégia montada previa que a mala com as bombas seria colocada perto do lugar onde Hitler se sentaria, onde ao ser detonada mataria a todos, menos o Coronel que tinha o álibi preparado para se ausentar da sala de reunião para atender uma suposta ligação, antes da explosão da bomba.
A reunião marcada para as 13h00min horas foi antecipada, em cima da hora, em trinta minutos. Fato que mudou inesperadamente os planos de Stauffenberg, que às 12h00min horas armava a primeira bomba. Antes de armar a segunda bomba, foi chamado as pressas para a reunião. Ao chegar à sala pede a um auxiliar que coloque sua mala perto de Hitler, marcando assim seu lugar a mesa. Stauffenbergé chamado por seu álibi, instantes depois a bomba é detonada, do lado de fora o coronel julga que todas as pessoas presentes na sala haviam morrido.
 Uma série de coincidências fez com que Hitler e outros oficiais sobrevivessemà explosão. Além do fato de Hitler ter adiantado em meia hora a reunião, assim  impedindo que Stauffenberg armasse as duas bombas, outros imprevistos foram motivos suficientes para o plano falhar, entre eles:

- o local onde ocorreu a reunião, não foi o local habitual. Devido a uma reforma a reunião aconteceu em uma cabana onde todas as janelas abertas contribuíram para a energia liberada pela bomba escapassem para os espaços abertos. Caso tivesse sido realizada dentro de uma sala de concreto a bomba teria queimado todos os ocupantes do recinto.
E a sorte de Führer que incomodado com a presença da bolsa a tirou de perto de si momentos antes da explosão, que matou 24 pessoas que estavam na sala.

 Na capital alemã, os conspiradores comunicaram por telefone, por volta das 15 horas, convencidos do êxito da missão: "O Führer está morto."
Duas horas mais tarde, a notícia foi desmentida. Na mesma noite, Stauffenberg, Von Haeften, Von Quinheim e Friedrich Olbricht foram executados por traição. No dia 21 de julho, os mortos foram enterrados em seus uniformes e condecorações militares. Mais tarde, Hitler mandou desenterrá-los e ordenou sua cremação. As cinzas foram espalhadas pelos campos.

Porque esse nome “Valquíria”


Vêm da Mitologia nórdica, as Valquírias eram deidades menores, servas do deus Odin, que tinham como função sobrevoar os campos de batalhas selecionando combatentes recém caídos para serem levados a Valhala (Paraíso na Mitologia nórdica).


Fontes:

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/30119/hoje+na+historia+1944+-+hitler+escapa+com+vida+da+operacao+valquiria.shtml

Livro operação Valquíria: O Complô Contra Hitler

Por: Fernanda Nunes

Curiosidades: Por que um livro de mapas é chamado atlas?


O termo vem do nome de um personagem da mitologia grega Atlas que foi punido por Zeus por ser uns dos titãs. Como punição, Atlas foi forçado a carregar o céu em seus ombros. Essa cena passou a ilustrar vários livros de mapas da antiguidade. Com o tempo, esses livros ficaram popularmente conhecidos como atlas.A representação clássica de Atlas mostra que ele está sustentando um globo nos ombros que, normalmente é interpretado como sendo a Terra. Esse globo é na verdade a esfera celestial ou o firmamento.

Fontes:
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-sao-os-titas-da-mitologia-grega

Por: Fernanda Nunes

Curiosidades: Coisas que você talvez não saiba sobre Chaves e Chapolin.


Você sabia que Chapolin existe na vida real? Na verdade esse é o nome de um gafanhoto vermelho, que é comido no México. No México se comem vários insetos, assim como na Coréia do Sul e na China. O gafanhoto é comido frito e, como Chapolin, é vermelho, tem antenas e asas que mais parecem dois rabos. Daí o nome e as vestes do personagem.

A despedida do Quico

Os episódios de Acapulco – gravados em 1978 – foram os últimos que contaram com a presença do personagem Quico. A canção “Boa Noite, Vizinhança”, tocada no terceiro e último capitulo de Acapulco, foi composta por Bolaños e é algo como um “até logo” ao amigo, que nunca mais voltaria a participar de seus seriados.


Nascimento de filho afastou Maria da temporada de 74


No final do ano de 1973, Maria Antonieta de lasNieves, atriz responsável por dar vida a personagem Chiquinha, do Chaves, teve que se afastar do elenco das séries por estar grávida. De lasNieves retornou ao humorístico Chaves no capítulo – de nome sugestivo – “O Regresso da Chiquinha”, gravado em 75. Essa informação, que é a verdadeira, contradiz, pois, a visão de outrora do portal Turma do Chaves, que, assim como muitos sites brasileiros do gênero, ligavam a retirada da intérprete da Chiquinha a participação em um programa solo – que, nessa ocasião, não ocorreu, definitivamente. As fotos enaltecidas abaixo expõem a saliência da barriga da atriz em capítulos que datam do ano de 73.

Foram feitos mais de 1.000 episódios de Chaves.

Com a morte do Seu Madruga, tentaram colocar a bisavó da Chiquinha interpretada por ela mesma, para substituí-lo. Mas não deu certo, pois nada e ninguém conseguiria substituir o Ramon Valdés (Seu Madruga). Só ele conseguiria fazer aquele papel, que foi escrito exatamente para seu porte físico, seu jeito meio lesado de ser. A perda foi irreparável e, a partir daí, a saga do elenco acaba, o ritmo diminui, e a série vai se desfazendo aos poucos.Chaves chegou a passar em horário nobre no Brasil. Passou durante 4 meses às 21h.

Chespirito criou Chaves com a inspiração das favelas da América Latina.


Chespirito conta que em uma viagem a Colômbia com todo o elenco do programa estavam visitando centros turísticos. Eles viajavam de ônibus e em um ponto subiu um menino pobre vendendo doces e outras guloseimas, e quando chegou ao acento onde estava Chespirito, ficou hipnotizado e em uma fração de segundos este menino tirou todo o dinheiro que tinha em seu bolso e disse: “Chaves, toma para que compre seu sanduíche de presunto”. Roberto ficou perplexo perante o que este menino pobre acabara de fazer e ele como um cavalheiro que é, aceitou o dinheiro, pois não quis desfazer a ilusão do menino.


Fontes:
http://chapulincolorado.webnode.com.br/curiosidades/

Fonte de imagem:
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ-C3Eq-zzs8ag7wZ8uRsiBxcKijZTv-3SQBD1fQrK1Xp4hKIm2UA

Por: Fernanda Nunes

Contos e Lendas: As Serias


Sereia é um ser mitológico, parte mulher, parte peixe. Segundo os mitos, sereias seriam filhas Do rio Achelous e da musa Terpsícore, junto com as Harpias, habitavam os rochedos entre a ilha de Carpi e a costa da Itália. Lindas, sedutoras, com uma voz doce e encantadora atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para que esses colidissem com os rochedos e afundassem.
Há muitos mitos na Grécia Antiga sobre sereias. Alguns dizem que elas seriam mulheres que ofenderam a Deusa Afrodite (deusa da beleza) e como castigo foram viver em um ilha isolada. Em outros, conta-se que elas eram ex-companheiras de Perséfone, filha de Zeus e Deméter, que foi raptada por Hades, Deus dos Infernos. Segundo a lenda, as sereias devem sua aparência a Deméter que as castigou por terem sido negligentes ao cuidarem de sua filha.
Na Odisseia de Homero, Ulisses exausto depois de tantos anos tentando retornar à Ítaca, precisa atravessar a região onde ficavam as sereias. Graças aos conselhos da feiticeira Circe, Ulisses instrui sua tripulação para que o amarrem com força junto ao mastro de seu barco enquanto seus marinheiros deveriam fechar os ouvidos com cera. Dessa maneira Ulisses passa incólume e por fim volta para casa.

A Lenda no Brasil

No Brasil, a lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
Camara Cascudo faz referência a sereias africanas como a Kianda, dos kimbundos e a Kiximbi, dos mbakas (Cascudo,L.C.,1948), mas é no Brasil que Iemanjá será identificada como Sereia, provavelmente por influência das lendas indígenas sobre a Iara. Existem muitas versões do mito de Iemanjá e as variações no culto se devem aos diferentes grupos étnicos de negros trazidos ao Brasil como escravos e aos modos de aculturação. O sincretismo com o cristianismo acabou por associar Iemanjá e a Virgem Maria nas figuras de NS da Conceição, NS das Candeias e NS dos Navegantes, principalmente nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Nas procissões Iemanjá é representada por uma linda sereia toda colorida e cuidadosamente adornada.
Segundo a lenda, o único jeito de derrotar uma sereia ao cantar seria cantar melhor do que ela.



Fontes de Pesquisa:

http://seres-misticos.blogspot.com.br/

http://sobrenaturalmentelindo.blogspot.com.br/2009/12/sereias-sereia-e-um-ser-mitologico.html


Por: Fernanda Nunes

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Teoria dos Seis Graus


Já ouviu falar? Segundo essa teoria baseada em estudos científicos, uma pessoa para conhecer qualquer pessoa no Planeta Terra (isso mesmo no Planeta Terra) precisa conhecer ou ter amizade com apenas seis pessoas.  Se você não entendeu vamos simplificar: Você pode estar a seis contatos (graus) de qualquer pessoa, até mesmo o seu cantor favorito. Segundo o húngaro Frigyes Karinthy isso seria possível, e ele idealizou tal teoria em 1929.
Essa teoria inclusive serviu de base para a estruturação do Orkut, no quesito de busca por contatos. Porém, na atualidade essa teoria já está ficando para trás. Segundo informações da rede social Facebook, uma pessoa (um perfil) está separada de qualquer outro do globo a apenas 4,74 pessoas. Com o crescimento constante das redes sociais, esses números tendem a ficar ainda menores.

Fonte:



Por Lúcio Nunes

Interesses da Tríplice Aliança na Guerra contra o Paraguai


Pode-se destacar alguns interesses específicos, porém, o principal deles era tirar o poder das mãos de Solano Lopez que exercia uma política nacional rígida e internacional desequilibrada. 
No contexto do conflito o governo Uruguaio estava nas mãos do Partido Blanco apoiado por Lopez. O Brasil por sua vez, interviu na política uruguaia a favor do Partido Colorado o que rendeu um enorme desgaste entre o ditador paraguaio e o Império do Brasil.
Imagem ilustrativa da Guerra do Paraguai
Após décadas de guerra civil, a Argentina estava em poder dos liberais e necessitava a busca de uma identidade nacional, uma coesão interna. O Império do Brasil detinha o mesmo interesse argentino de obter uma identidade própria a nível nacional. Os dois países viram na guerra um elemento chave para a busca desse objetivo. 
Solano Lopez invadiu Corrientes (Argentina) e o estado de Mato Grosso (Brasil) conseguindo a façanha de declarar guerra a dois países ao mesmo tempo. O Império brasileiro também necessitava a livre navegação nas regiões do prata. Vale salientar que o Império obteve grandes gastos com a manutenção do exército e que a Argentina (fornecedora dos mantimentos) foi quem mais lucrou com isso. 
Além da derrocada de Lopez outro interesse era evidente para a tríplice aliança (Brasil, Argentina e Uruguai): A manutenção das políticas exercidas nesses países (fato contrário a política de expansão de Lopez).

Fonte:


Fonte da Imagem:


Por: Lúcio Nunes

sábado, 30 de novembro de 2013

Dicas de Filmes: Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças


Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.

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Dica de: Fernanda Nunes

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Dicas de Filmes: A Outra



Ana Bolena (Natalie Portman) e Maria Bolena (Scarlet Johansson) são as irmãs que foram convencidas por seu pai e tio ambicioso a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henrique VIII (Eric Bana), o rei da Inglaterra. Elas são levadas a corte e logo Maria conquista o rei, dando-lhe um filho ilegítimo. Porém isto não faz com que Ana desista de seu intento, buscando de todas as formas conquistar o amor do rei, traindo sua própria irmã e a rainha Catarina de Aragão (Ana Torrent).


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Dica de: Fernanda Nunes

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Dicas de Filmes: No



Chile, 1988. Pressionado pela comunidade internacional, o ditador Augusto Pinochet aceita realizar um plebiscito nacional para definir sua continuidade ou não no poder. Acreditando que esta seja uma oportunidade única de pôr fim à ditadura, os líderes do governo resolvem contratar René Saavedra (Gael García Bernal) para coordenar a campanha contra a manutenção de Pinochet. Com poucos recursos e sob a constante observação dos agentes do governo, Saavedra consegue criar uma campanha consistente que ajuda o país a se ver livre da opressão.

                                                
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Dica de: Fernanda Nunes

sábado, 16 de novembro de 2013

A Burguesia No Processo Revolucionário Francês (Parte 5)


 O Diretório (1795-1799) foi de certa maneira uma contrarrevolução (e a última fase da Revolução). Os Girondinos (alta burguesia) assumiram o poder e modificaram as ações dos jacobinos. Restabeleceram a escravidão, modificaram a medida de tabelamento dos preços e elaboraram uma nova constituição (elegendo um diretório para executar o poder executivo formado por cinco pessoas e modificado a cada cinco anos). Houve uma perseguição aos jacobinos, denominado Terror Branco. Mas, apesar de tomarem o poder, os girondinos encontravam forte oposição pelos próprios jacobinos e pelos monarquistas. Nesse período a França encontrava-se em guerra (contra a Espanha, a Prússia, a Inglaterra) e destacava-se certo general que atendia pelo nome de Napoleão Bonaparte. Com as guerras a França sofria uma grande inflação consequentemente haviam revoltas populares devido a crise econômica. Pelo que já foi citado percebe-se a grande instabilidade política que sofria o governo do Diretório. A burguesia viu na figura de Napoleão (que era muito prestigiado pelo povo) a saída perfeita para realizar a sua manutenção no poder. Napoleão realiza o golpe que ficou conhecido como 18 Brumário depondo o Diretório, chegavam ao fim a Revolução Francesa e consolidava-se o poder político e econômico nas mãos burguesas.

Conclusão:


Em vista dos pontos destacados no texto procurei apontar o caminho trilhado pela burguesia para chegar o poder na França. Vimos alguns aspectos relevantes no período pré Revolução incluindo as divergências entre a burguesia e o Estado Absolutista que resultou em uma total aversão entre a burguesia e a monarquia. O modelo ideológico criado para tentar modificar radicalmente a sociedade. Durante a Revolução a Francesa houve particularidades que jamais ocorreu em outro movimento até então. Iniciou-se uma espécie de nacionalismo primitivo, o poder foi desde o extremo radicalismo até mesmo ao caráter contrarrevolucionário. Napoleão foi a saída para a burguesia não perder o controle da situação.  A Revolução triunfou e não pelo fato em si de ter derrubado as paredes da monarquia absolutista e varrido qualquer resquício de sociedade feudal ainda incrustado na sociedade francesa, mas também, por servir de modelo para o mundo que, sim, se houver mobilização em torno de uma causa é possível realizar uma Revolução. 

Fontes da Internet:


SAVIANI, Demerval. O Trabalho Como Princípio Educativo Frente As Novas Tecnologias. Faculdade: UNICAMP.


DE MELO, Vico Denis, DONATO, Manuella Riane. O Pensamento Iluminista e o Desencantamento do Mundo: Modernidade e Revolução Francesa como marco paradigmático. Revista Crítica Histórica, 2011, p. 248 – 263.



DALBOSCO, Claudio Almir. O Iluminismo Pedagógico de Rosseau. Universidade: UPF.


GONÇALVES, Bruno Tadeu Radtke, BERGARA, Paola Neves dos Santos. A Revolução Francesa e Seus Reflexos Nos Direitos Humanos. Faculdade: FIAETPP


MONLEVADE, Danilo. Revolução Francesa. Colégio Notre Dame de Lourdes.


DA ROSA, Ismael Valdevino, TABORDA, Luana do Rocio, DA SILVA, Peterson Roberto. As Transformações do Poder Político na Revolução Francesa. Universidade: UFSC. 2011.


LOWY, Michael. Revolução Burguesa e Revolução Permanente em Marx e Engels. CNRS, Paris, p. 129 – 151.


Fonte do Documentário (You Tube):


SHULTZ Doug, SIO Hilary, EMIL Thomas. The French Revolution. Produção: Partisan Pictures, History Television, Network Productions. AGE Television Network, 2005. Reprodução: History Channel

Fonte da Imagem:



Por: Lúcio Nunes

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Dicas de Filmes: 7 Dias com Marilyn


No verão de 1956, o jovem Colin Clark (Eddie Redmayne), vindo de Oxford em busca de sucesso na indústria do cinema, trabalhou como assistente no set de filmagem de O Príncipe Encantado. Esta produção reunia duas grandes estrelas, Sir Laurece Olivier (Kenneth Branagh) e Marilyn Monroe (Michelle Williams), que estava nesta época em lua-de-mel com seu novo marido, o dramaturgo Arthur Miller (Dougray Scott).Quase 40 anos mais tarde, foi publicado o diário de Miller, intitulado The Prince, The Showgirl and Me ("O Príncipe, a Vedete e Eu"), mas uma semana faltava, e estas páginas desaparecidas foram publicadas mais tarde com o título My Week With Marilyn ("Minha Semana com Marilyn"). Quando Arthur Miller deixa a Inglaterra, Colin decide mostrar a Marilyn os prazeres da vida britânica; esta torna-se uma semana idílica em que ele acompanhou uma estrela ansiosa para fugir dos holofotes de Hollywood e da pressão do trabalho.

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Dica de: Fernanda Nunes